Este mundo está louco.
Quando em portugal proibem - e bem - a venda a menores de tabaco e a venda de bebidas alcoólicas em distribuidores automáticos. Estes senhores, resolvem criar o distribuidor automático de Marijuana! 
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Foto enviada para a terra por um dos robots exploradores do planeta vermelho. Será que o bigfoot existe mesmo e veio do espaço?
Para os apreciadores deste género de coisas, vejam também este vídeo. Trata-se de uma reportagem (em francês) sobre vários encontros imediatos com OVNIs ocorridos na bélgica, nos anos 90.
Confesso que o título desta notícia me chamou a atenção, mas hoje vou transcrever a notícia toda porque vale a pena.
Porto
Mulher que furtou revólver a agente da PJ fica nove anos e meio na prisão por cúmulo jurídico
22.01.2008 - 15h19 Lusa
Uma mulher condenada hoje no Tribunal de São João Novo, Porto, pelo furto de um revólver a um agente da PJ vai ficar nove anos e meio em prisão, num cúmulo da pena agora aplicada com a referente a outro crime.
A mulher foi condenada a dez meses de cadeia, por furto, e a nove meses, por detenção ilegal de arma.
Como já cumpria pena à ordem de outro processo julgado em Gaia, o tribunal decidiu fixar um cúmulo jurídico para os dois casos de nove anos e meio de cadeia.
O revólver furtado ao agente da PJ chegou a ser vendido a um homem do Porto que, conforme ficou provado em audiência, o manuseou desajeitadamente, ao ponto de se matar acidentalmente.
Quem realizou esse negócio foi o companheiro e cúmplice da principal arguida, que foi condenado pelo colectivo de São João Novo apenas por receptação e detenção de arma proibida, com uma pena de 19 meses de prisão, suspensa por igual período.
Um terceiro arguido, destinatário final do revólver, foi condenado a multa de 180 euros.
Os factos remontam à madrugada de 3 para 4 de Outubro de 2003, altura em que, segundo a acusação, a mulher do Candal, Gaia, abordou o agente da PJ, que se encontrava dentro de uma viatura, numa avenida do Porto, propondo-lhe serviços sexuais em troca de dinheiro.
Ficou provado que a mulher entrou no carro do agente da PJ e acabou por lhe furtar uma bolsa contendo dinheiro cheques e um revólver de calibre 38, com cinco munições.
A arguida entregou a arma ao seu companheiro, que, cerca de uma hora depois, propôs a sua venda a uma pessoa do Porto. O negócio foi firmado junto ao restaurante Capa Negra, no Porto, e, de acordo com o Ministério Público, o comprador de imediato “manuseou desajeitadamente o revólver, provocando a deflagração acidental de um dos projécteis que se encontrava no tambor”. A bala alojou-se no seu tórax e foi a causa directa da sua morte, concluiu a autópsia.
Na sequência, o vendedor reapossou-se do revólver furtado e entregou-a a um amigo, que a manteve em seu poder até 27 de Outubro seguinte.
Mas a participação deste terceiro arguido foi considerada “quase residual”, quer pelo Ministério Público, quer pela sua defesa. 
Quem afirmou isto foi Charlize Theron numa entrevista depois de ter estado na Turquia para participar num festival de cinema.
É caso para perguntar, será Charlize parente desta senhora?